
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Homocisteína e Doenças cardiovasculares

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Consumo excessivo de doces pode levar ao crime, indica estudo

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Você sabe como uma dieta é elaborada?

XVII - realizar consultas e diagnósticos nutricionais, bem como prescrição dietética, através da Internet ou qualquer outro meio de comunicação que configure atendimento não presencial.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Convocação!!!

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Muitos e-mails!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Índice glicêmico, Carga glicêmica e Ganho de peso

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Índice glicêmico x Carga glicêmica
Carga glicêmica (CG): indicador de qualidade e quantidade de carboidrato, a partir de uma determinada porção consumida desse nutriente pela dieta. A CG fornece o resultado do efeito glicêmico da dieta como um todo porque avalia a porção de carboidrato disponível dos alimentos e o IG.
Por exemplo, o IG da banana (tendo como controle a glicose) é de em média 52. Porém, sua carga glicêmica é de 12, referente a uma porção de 120 g, contendo 24 g de carboidrato. Então, a banana possui valor médio de IG, mas baixo CG.
O consumo de alimentos contendo alta CG, ao longo do tempo, pode estar associado ao aumento do risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2, doença coronariana, dentre outros. Por isso, alguns órgãos internacionais, como a FAO (Food and Agriculture Organization) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), se reuniram para elaborar um tabela com os valores de IG a partir de dois padrões (glicose e pão branco), CG, tamanho da porção e conteúdo de carboidrato, avaliando os alimentos mais consumidos em diferentes países.
Portanto, a CG fornece uma noção mais real do efeito glicêmico de diferentes porções alimentares, mas precisa ser avaliada com cuidado porque os valores referentes ao tamanho das porções podem variar para cada país e para cada pessoa, podendo haver, conseqüentemente, alteração na quantidade de carboidrato e nos valores da CG. Por isso, os profissionais da saúde devem calcular sua própria CG usando os dados do tamanho de suas porções consumidas e composição de carboidrato".
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
Diabetes e Doença Celíaca
Existe uma associação entre estas duas doenças. Uma em cada 20 pessoas com diabetes tipo 1 tem doença celíaca. Mesmo na população em geral, incluindo pessoas com diabetes tipo 2, a taxa poderia ser tão alta quanto 1 em 250.
O problema é que a doença celíaca é de difícil diagnóstico, ainda é pouco investigada e pode ter sintomas intestinais (não só diarréia!) , extra-intestinais ou ainda ser assintomática (a maioria dos casos), como já falamos aqui.
É importante a realização de exames específicos para doença celíaca em todos os diabéticos tipo 1.
É muito importante o acompanhamento com um nutricionista. O tratamento é uma dieta isenta de glúten; e uso de fibras, restrição de carboidratos de rápida absorção (mel, xarope de milho, açúcar, doces, etc.) e uso de gordura monoinsaturada para ajudar no controle da glicemia. O paciente durante o acompanhamento nutricional aprenderá sobre contagem de carboidratos, leitura de rótulos (alimentos, medicamentos e suplementos) e índice glicêmico dos alimentos que também ajudarão no controle da glicemia.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
De olho nos corantes

Os alimentos que excederem o limite de aditivos previsto serão retirados de circulação e as empresas poderão ser multadas em até R$ 1,5 milhão.
O Jecfa é o comitê científico vinculado à Organização para Alimentos e Agricultura das Nações Unidas (FAO) e à Organização Mundial da Saúde (OMS), que faz avaliação toxicológica de aditivos alimentares. A IDA (expressa em mg da substância/kg de peso corporal) é a estimativa da quantidade máxima de uma substância pode ser ingerida por dia e durante toda a vida de uma pessoa, sem oferecer risco à saúde.
Outro documento utilizado como base para as normas da Anvisa é a Lista Geral Harmonizada de Aditivos do Mercosul. Essa lista é utilizada como referência pelo Brasil e demais países membros do bloco econômico para aprovação de uso de aditivos. Um dos compromissos acordados no Mercosul é o de que somente aditivos constantes nessa lista podem ser autorizados para uso em alimentos no país.
As contribuições à Consulta Pública 45/08 (PDF) podem ser enviadas até o próximo dia 20 de outubro para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Gerência-Geral de Alimentos, no endereço postal: SEPN 511, Bloco "A", 2º andar, Edifício Bittar II, Asa Norte, Brasília - DF, CEP 70.750-541; pelo endereço eletrônico: gacta@anvisa.gov.br ou pelo fax: (61) 3448-6274.
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domingo, 23 de agosto de 2009
Pais alérgicos: cuidado redobrado com a amamentação de seus filhos

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terça-feira, 18 de agosto de 2009
Resveratrol

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